Polícia de Trânsito - 2015 ...

Polícia “Única.”

 

Polícia de Trânsito

A sinistralidade em Portugal sempre foi elevada.

 

Não foi apenas pelo facto da extinção da Brigada de Trânsito da GNR, em Janeiro de 2009, pelo então ministro da Administração Interna, António Costa que a situação se agravou.

 

Para que a segurança rodoviária em Portugal tenha realmente uma melhoria significativa, é necessária uma revisão de todo o modelo de fiscalização e de atuação, e não passa apenas pela reativação em pleno da Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana.

 

Nas grandes áreas metropolitanas das capitais existe uma força policial, a PSP que também conta com um departamento e agentes especializados em trânsito.

 

Na sequência da extinção da BT da GNR, deveria ter sido criado um projeto integrado de policiamento e de patrulhamento para todas as estradas nacionais, incluindo as autoestradas.

 

Os agentes da GNR-BT, afetos ao serviço exclusivo da autoestrada, não deveriam ser retirados desse serviço específico.

Não pode ser ocultada referência a uma unidade especializada no auxílio ao automobilista em autoestrada, independentemente, dos meios afetos à assistência rodoviária que as concessionárias estejam obrigadas por contrato de concessão com o Estado.

 

Atualmente, os meios policiais estão totalmente desarticulados entre si, e entre a assistência aos utentes das vias concessionadas - funcionando cada um a seu “modo”.

 

Para alcançar o objetivo na ESTRATÉGIA NACIONAL DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA 2008-2015, será necessário "diminuir ao máximo o tempo de resposta no atendimento ao automobilista, e aumentar a presença de uma “polícia de trânsito” nas estradas, articulada, em conjunto, com os meios afetos à assistência e de responsabilidade das concessionárias de estradas e autoestradas. Caso contrário, continuaremos com os mesmos índices de acidentes, feridos e mortes nas estradas portuguesas.

 

 

"A verdade, a amarga verdade." Danton

 

 

 

 

 

publicado por Oficial de mecânica às 20:50 | link do post | comentar