A minha "luta" com a Brisa de José de Mello...

 

”Nenhum trabalho ou tarefa é tão importante que não possa ser feito com segurança”.

 

 

Para que esta frase seja uma realidade em Portugal, “todos” têm de conseguir colocar no meio laboral a mente coletiva a trabalhar para o objetivo comum.

 

Reconhecem-se pessoas com responsabilidade entre aqueles que por algum motivo deram o melhor de si e quantas vezes, abdicando de interesses próprios. São qualidades destas que de algum modo marcam a diferença e despertam então muitas consciências adormecidas.

 

Aquele que estando sentado num gabinete e que na maioria das vezes desconhece o “terreno”, tenta atribuir os riscos laborais como inevitáveis ou até, próprios de uma determinada profissão. Mas, muito do trabalho realizado não cumpre regras de SHST, e a formação “OnJob" (dada no seio das empresas) tem servido apenas para fazer com que as coisas pareçam o que não são.

 

Quando ocorrem acidentes com grande gravidade, estes são depois abafados do “essencial”. São exemplos:

 

O acidente que vitimou um oficial de mecânica, o Rui Pedro;

O fiscal, António Caixas;

Ou a trabalhadora de limpeza de vegetação, Vanda Martinho Henriques;

para referir apenas estes, entre muitos outros casos semelhantes.

 

Acidentes depois tratados como “simples” acidentes de trabalho e que deixam, impunemente, por apurar, responsabilidades “daqueles” que organizam os serviços da assistência. Urge despertar as consciências em prol daqueles que zelam pela segurança rodoviária e que tem como fim, em si mesmo, a sua segurança e consequentemente a de terceiros.

 

 

… “muitos homens vivem vidas de silencioso desespero”. Thoreau

Dia 7 de Janeiro - Dia da Liberdade de culto, de pensamento e de expressão.

publicado por Oficial de mecânica às 00:32 | link do post | comentar