Actuação na autoestrada...

Atuação na autoestrada.

 

Uma interrupção do trânsito durante várias horas numa autoestrada é um mau serviço prestado ao utente/cliente das vias rodoviárias concessionadas. Apesar dos meios para atuar no terreno não estarem à “mão de semear”, e de ter de ser feita uma análise investigatória pelo núcleo da GNR-BT no caso de ocorrer mortes derivadas do acidente.

 

O principal objetivo das forças de segurança e dos meios das concessionárias deverá ser o de desimpedir a via o mais rápido possível.

 

Podem ser vários os fatores de dificuldade no desimpedimento da faixa de rodagem: caso do envolvimento de vítimas mortais ou a necessidade de uma grua para retirar um pesado que fique a ocupar a faixa de rodagem, entre outros.

 

A quando de um acidente, o conhecimento do mesmo pode chegar às autoridades de várias formas: via telemóvel, dos primeiros automobilistas que se deparam com a situação, pelo serviço de emergência - 112 ou via postos de SOS colocados de 2 em 2 quilómetros ao longo da autoestrada.

 

A informação pode ainda chegar pelas próprias patrulhas da GNR-BT ou dos serviços de assistência rodoviária em circulação. Ainda é possível a visualização através das câmaras de vídeo colocadas ao longo da rede de autoestradas concessionadas.

 

No evento de um acidente com uma determinada dimensão, que possa levar um tempo excessivo de incomodidade para os utentes, deve ser de imediato classificado como suscetível de causar um “constrangimento significativo” e deveria de existir um “plano-de-intervenção” no Centro de Coordenação Operacional da Concessionária (CCO). Plano esse que deveria de ser supervisionado pelo elemento da GNR-BT em permanência no CCO e com o conhecimento do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), INEM, Bombeiros, etc.

 

Os profissionais na área da assistência rodoviária sabem que existe formas de atuação diversa e eficaz para que ninguém fique retido por tempo excessivo. Chega-se assim ao fator humano, ou seja, ao fator mais importante para a boa resolução das ocorrências. Reside precisamente na extinção da BT da GNR e na redução do pessoal afeto ao serviço da concessionária (Brisa), a dificuldade na organização de alternativas mais eficazes para “desviar” o trânsito de uma “zona” afetada.

 

 

 “Aprender é descobrir aquilo que já sabemos” Richard Bach

 

 

 

 

publicado por Oficial de mecânica às 01:17 | link do post | comentar