Automóveis CO2 “Caixa Preta”…

 

Em alturas de crise anda tudo mais distraído.

Todo o cuidado é pouco!

 

Existem dados demonstrando que o parque automóvel em Portugal melhorou
significativamente nos últimos anos.

Temos muitos
carros a circular nas estradas portuguesas.

Temos carros que se “atropelam” entre si;

Carros que cortam a passagem a outros carros;

Carros que estacionam
em cima dos passeios e barram a passagem das pessoas;

Carros que atropelam as pessoas e

carros com gente dentro com muita pressa de chegar ao “TOPO” – não se sabe do quê.

 

Com a
contabilidade das vítimas de acidentes de viação a ser revista na nova fórmula
que contabiliza os mortos e os feridos até aos 30 dias posteriores ao acidente,
há um dado que toma proporções cada vez mais preocupantes - o do número de
atropelamentos.

 

Dentro das localidades a sinistralidade é cada vez pior, havendo
mesmo um agravamento do número de atropelamentos de pessoas seniores.

 

Isto acontece,
apesar de Portugal estar na linha da frente ao cumprir a meta sobre as emissões de C02 (dióxido de
carbono) dos carros novos na União Europeia desde o início da monitorização, em 2000

 

http://www.treehugger.com/files/2011/07/portugal-wins-sweden-loses-in-europes-vehicle-co2-rankings.php?campaign=top_news

 

(em média, as emissões de CO2 pelos carros registados na UE foi de 140
gramas por quilómetro, apontando o relatório que, face a estes progressos, a
meta europeia de 130 gramas de CO2/km vai ser alcançada antes da data limite de
2015).

 

O que falta
agora aos automóveis é terem uma “caixa preta”.

 

Caixa preta
com receptores de dados que registe a que velocidade o automóvel circulava antes
de um determinado embate (alguns carros já utilizam sistemas de gravação de
dados electrónicos no sistema de airbags), estes dados seriam depois, eventualmente,
usados com regras claras no apuramento da responsabilidade do condutor pelas autoridades
competentes no apuramento da culpa ou negligencia e pelas companhias de seguros
ao determinar como pagar as indemnizações.

 

Se houver
vontade política a nível europeu, não será difícil com a tecnologia existente nos
actuais automóveis a colocação da “caixa preta” que poderia contribuir em
muito para apurar a responsabilidade em processos judiciais, onde existisse
mortos ou feridos graves.

 

Enquanto isso
for uma utopia, o mais adequado será optar por uma condução segura,

económica e
ecológica ou fazer uma formação específica nessas áreas, visto que ainda não é
ministrado no ensino da condução nas escolas onde se pretende tirar a
respectiva licença de condução; de outro modo continuaremos a ser o único país da UE onde a sinistralidade rodoviária sobe - como aconteceu em 2010.

 

O livre arbítrio serve para nos delegar responsabilidades.

Todos juntos somos poucos para travar o DRAMA DA SINISTRALIDADE RODOVIÁRIA.

 

Eu não sou conduzido, conduzo.

 

Centros
de Formação Condução Avançada

 

- http://www.apcfca.com/web1/zp/tpl1/id1/

 

- http://www.crm.pt/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Oficial de mecânica às 12:01 | link do post | comentar