Actuar na Estrada como “Lixo”…

Estatuto

 

Temos de decidir se queremos manter este estatuto de piores da EU e, ser aqueles
que menos respeitam a vida das pessoas e os seus direitos.

Um País onde não se cumpre a lei e se vive uma farsa colectiva onde, legislação simples como o
Código da Estrada é violada sistematicamente.

 

Violação feita tanto pelos condutores como, por empresas com a responsabilidade em garantir a segurança de circulação dos utentes das estradas. Tudo isto com a "conivência" dos mais altos responsáveis nacionais a nível político e da justiça (tribunais).

 

Depois todos ficam admirados quando as agências internacionais - retiram a imagem de um povo que não cumpre as leis e que actua na sua vida quotidiana como "lixo".

F. Brás

 

Cooperação
entre Estados membros para combater sinistralidade rodoviária.

A impunidade nas estradas europeias vai acabar!

 

O Parlamento Europeu aprovou uma nova diretiva que vai facilitar o intercâmbio de
informação entre polícias.

O objetivo é identificar os veículos dos condutores
que fizeram uma infração num país da União Europeia com viaturas de matrícula
de um país diferente daquele em que infrigriram a lei.

 

A eurodeputada socialista Inês Ayala, como membro da Comissão de Turismo e
Transportes, foi uma das defensoras da iniciativa:

“O cidadão europeu que visitava outro país e que praticava uma infração nas leis
segurança rodoviária durante a estada, uma vez que regressava ao país de
origem, se não era detido no local, podia ficar impune.

 

Não havia um sistema de informação e de cooperação entre a polícia para as infrações do tráfego.”

 

Os estudos realizados pela Comissão revelam que a sensação de impunidade dos
condutores não residentes provoca cerca de 400 mortes por ano nas estradas europeias.

 

O comissário dos Transportes, Siim Kallas, acrescenta que estes condutores têm
três vezes mais de possibilidades de fazer uma infração e que são responsáveis
por metade das infrações por excesso de velocidade.

 

A diretiva abrange oito infrações:

 

- excesso de velocidade;

- passagem num sinal vermelho;

- condução sob o efeito do álcool;
-condução sob influência de drogas;

- não utilização do cinto de segurança;

- falta de capacete;

- uso ilícito do telemóvel ou de outro equipamento de comunicação durante a condução;

  e circular numa via interdita, como a dos autocarros.

 

Que países da União Europeia são abrangidos pela diretiva?

“Sanções sem fronteitras”?

Todos, com excepção dos três exemplos seguintes:

A eurodeputada espanhola especifica:

“Três Estados membros fazem o que chamamos opt-in-out, ou seja, têm o direito de
poder ficar de fora, que é o caso do Reino Unido, Irlanda e Dinamarca,

embora Irlanda tenha manifestado a intenção de fazer o opt-in, isto é de entrar e
adotar a norma, e o Reino Unido já discutiu o assunto e vai discuti-lo de
novo.”

 

O Estado onde registada a infração passa a poder solicitar as informações ligadas
à matrícula, hora, data, local e tipo de infração. Os países têm até dois anos para aplicar a diretiva:

as oito infrações vão passar a ser sancionadas e o condutor que infrinja vai mesmo receber uma carta
registada em casa para pagar a multa ou apresentar-se a tribunal, na própria
língua e não na do país onde violou o código da estrada.

 

http://pt.euronews.net/2011/07/06/cooperacao-entre-estados-membros-para-combater-sinistralidade-rodoviaria/

 

Somos
o único país da UE onde a sinistralidade rodoviária subiu em 2010.

 

Portugal com mais mortes nas estradas face à UE

Comissão Europeia revela que mortalidade subiu um por cento.

Acidentes nas estradas portuguesas já fizeram este ano 321 vítimas mortais

 

Portugal foi o único país europeu onde a mortalidade rodoviária aumentou em
2010, comparativamente ao ano anterior, um por cento, tendo no conjunto da
União Europeia baixado 11 por cento, revela um relatório esta terça-feira
divulgado pela Comissão Europeia.

 

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/estradas-sinistralidade-ue-acidentes-automobilistas-tvi24/1264650-4071.html

 

Portugal
foi o único país europeu onde a mortalidade rodoviária aumentou em 2010,
comparativamente ao ano anterior (um por cento), tendo no conjunto da União
Europeia baixado 11 pontos percentuais, revela um relatório hoje divulgado pela
Comissão Europeia.

 

Os
dados indicam que no ano passado morreram nas estradas portuguesas 79 pessoas
por milhão de habitantes, o que, estando longe de ser o número mais elevado na
Europa, contraria a tendência verificada em todos os outros Estados-membros, já
que representou um aumento de um por cento de vítimas mortais, e é superior à
média europeia (62).

 

Sete
países apresentaram valores de mortalidade superiores a Portugal, com quatro
deles a registarem mais de uma centena de mortes por milhão de habitantes --
Grécia (116), Roménia (111), Polónia e Bulgária (102) -, mas mesmo nestes casos
regis tou-se uma evolução positiva comparativamente a 2009, com a Grécia por
exemplo, o país com maior sinistralidade, a ter uma queda de 30 por cento de
mortes em acidentes de viação.

 

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Portugal-foi-o-unico-pais-europeu-onde-mortalidade-nas-estradas-aumentou-em-2010---relatorio.rtp&article=457782&layout=10&visual=3&tm=7

 

Maior acidente

rodoviário de sempre em Portugal 

http://pt.euronews.net/2010/08/23/maior-acidente-rodoviario-de-sempre-em-portugal/

 

 

Para sermos livres também temos de arrumar os nossos "Cómodos".

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Oficial de mecânica às 01:06 | link do post | comentar