Acidente de Autocarro na A1...

Despiste de autocarro na A1

 

Quatro dos feridos mais graves do despiste de autocarro perto da saída da A1 para Coimbra Sul já foram operados nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), estando todos os pacientes estabilizados. O capotamento do veículo que levava 34 pessoas para a celebração do Dia Mundial do Hemofílico provocou uma (1) vítima mortal, pelo que a cerimónia foi cancelada.

Foi às 11h52 de sábado que o violento acidente de autocarro provocou um morto, 13 feridos graves e 19 ligeiros.  (O acidente ocorreu ao quilómetro 199 da A1, no sentido sul/norte).

 

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=7D00B67E-A784-4B3C-80C1-82E6874D8F5D&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021

 

Três dos feridos no despiste em Coimbra exigem "cuidados especiais".

 

Dos 32 feridos causados pelo acidente (do qual também resultou uma morte), 13 sofreram "ferimentos graves", mas apenas três “inspiram mais cuidados”...

http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1145594.html

 

Video:

http://www.youtube.com/watch?v=BawFGWK10Og&feature=player_embedded

 

Década Global de Acção sobre Segurança Rodoviária

 

A ACA-M respondeu ao pedido da Organização Mundial de Saúde, de apresentação de planos e ideias para a

Década de Acção sobre Segurança Rodoviária 2011-2020

apresentando o nosso compromisso para Portugal, até 2020.

 

Sabemos hoje que, afinal, os mortos nas estradas portuguesas estão pelo menos 35% acima do que o Estado tem publicamente divulgado.

 

Recebemos informação de que, presentemente, a ANSR contabiliza os mortos apenas a 14 dias e não a 30 dias, ao contrário do que tem vindo a afirmar.

 

http://www.aca-m.org/w/index.php5?title=D%C3%A9cada_Global_de_Ac%C3%A7%C3%A3o_sobre_Seguran%C3%A7a_Rodovi%C3%A1ria

 

 

Sinistralidade Rodoviária - um dos “males” da actualidade.

 

Os factores desencadeantes para a ocorrência de um incidente são muitos e variados.

Os condutores e candidatos à obtenção do título de condução, deviam de ser “motivados” a saberem mais sobre formas eficazes de evitarem o sinistro rodoviário.

 

Se a maioria dos condutores analisasse bem as suas acções, constataria que só em poucos casos sabe de facto o que faz.

Apesar de o condutor ter de estar num estado psíquico equilibrado para o exercício da condução, este deve de ter também um conhecimento “técnico” do veículo que conduz.

 

 

São poucos os condutores que conhecem verdadeiramente o resultado da sua acção no exercício da condução.

A maioria sabe apenas que o efeito dessa acção, resulta que o carro anda com maior ou menor velocidade e que pára.

 

 

Pode perguntar-se se não chega saber o suficiente para por o carro em movimento e acelerá-lo ou para-lo. Não chega!

Um condutor que conheça os processos “mecânicos” que a pressão do seu pé sobre o pedal do acelerador ou do travão pode desencadear, dispõe de algumas vantagens sobre os condutores que o ignorem.

 

Por outras palavras, no exercício da condução, executamos muitas acções sem conhecer verdadeiramente os efeitos que estas podem desencadear.

Aliadas à falha humana (o condutor, como factor potenciador na ocorrência do acidente, está presente numa percentagem muito elevada dos casos), também as más políticas adoptadas, com gravíssimos erros de construção de muitas estradas, muitos deles, até passíveis de procedimento criminal contra quem tem a responsabilidade na construção e na manutenção dessas (vias) estradas, estão entre as causas mais responsáveis por tão grande flagelo!

 

A este respeito, basta ver os vários Relatórios do OBSERVATÓRIO PARA A SEGURANÇA DE ESTRADAS E CIDADES (OSEC), para os quais, a comunicação social tem dado pouco ênfase, preocupando-se mais em contabilizar semanalmente a sinistralidade como forma de manchete para vender jornais.

 

Apesar da evolução dos automóveis ao longo das últimas décadas, esta não dispensa que os condutores não devam de ter um conhecimento “técnico” mínimo do objecto que utilizam.

Esse conhecimento deve servir tanto para um motorista de um veículo pesado (profissional) como para qualquer “normal” condutor e de qualquer tipo de veículo.

 

O problema da «velocidade excessiva» (relação da massa com o quadrado da velocidade) e/ou o «excesso de velocidade» (conduzir a cima dos limites estabelecidos), está na falta de uma estratégia no combate das causas mais frequentes da sinistralidade e que estão determinadas a nível mundial:

 

Seja a deficiente observação do cenário rodoviário (leitura /percepção);

 

O desconhecimento na condução do veículo face aos outros veículos (distâncias mínimas de segurança);

 

Ou, a fraca capacidade de resposta ao “incidente”, ou seja, fracos conhecimentos técnicos de condução.

F. Brás

 

Conduza na defensiva. Tenha um comportamento atendível.

 

 

 

publicado por Oficial de mecânica às 12:09 | link do post | comentar