Combustíveis Brancos…

«Queremos ser um país só com marcas brancas e preços baixos?»

 

Supermercados já têm 167 gasolineiras e são 18% do mercado

O Mercado continua a ser liderado pela Galp, com uma quota de 30 a 35% do mercado, seguida pela BP e Repsol, com quotas semelhantes, de 15 a 20%. Entre as grandes marcas, a Cepsa/Total é a mais pequena, com apenas 5 a 10% do mercado. http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/supermercados-hipermercados-combustiveis-gasolineiras-marcas-brancas-petroliferas/1228537-1730.html

 

Combustível low cost da Galp tem gases "altamente prejudiciais"

 

O ministério da Economia confirmou agora os resultados das análises.

Empresa pode ser multada até 44,5 mil euros

As análises às amostras dos combustíveis vendidos pela Galp recolhidas pelo Automóvel Club de Portugal (ACP) mostraram que a versão low cost da gasolina sem chumbo 98, que a petrolífera lançou no ano passado, apresenta valores ilegais e "altamente prejudiciais para o ambiente" ao nível da libertação de gases NOx - óxidos de nitrogénio.

 

Em causa está o teor de enxofre presente na amostra recolhida deste combustível, que a lei limita a 10 miligramas por quilo (mg/kg) e que na amostra do ACP chegava aos 14,8 mg/kg.

Um valor que "excede assim, o valor limite estabelecido na especificação de 10 mg/kg e o limite de tolerância de 11,8 mg/kg", segundo a resposta do Ministério da Economia datada de 27 de Janeiro, três meses depois da entrada de um requerimento com "carácter de urgência" apresentado por deputados do Partido Socialista, sobre esta matéria - note-se que até 2009 o teor máximo permitido chegava aos 50 mg/kg.

 

Ressalvando que, "de acordo com os relatórios apresentados, a recolha das amostras e as amostras foram fornecidas pelo cliente [ACP], ao laboratório", razão pela qual se "desconhece qual o procedimento de recolha e transporte das amostras", o ministério da Economia aponta que "a aplicação de coimas está prevista no Decreto-lei n.º 89/2008, estando também nele claramente definidas quais as entidades com competência para a fiscalização das normas referentes à especificações técnicas".

 

O diploma citado prevê contra-ordenações de "2000 euros a 44 500 euros para pessoas colectivas" que comercializem combustíveis que não cumpram as especificações das gasolinas e delega nas direcções regionais de Economia e na Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) as "competências na área da fiscalização". O ministério ainda realça que o laboratório espanhol a que o ACP recorreu "é acreditado pela entidade nacional de acreditação espanhola" (...) http://www.ionline.pt/conteudo/101612-combustivel-low-cost-da-galp-viola-lei-com-gases-altamente-prejudiciais

 

Deputados querem combustíveis «low cost» em todo o lado

 

(...)  O Automóvel Clube de Portugal apresentou na semana passada uma queixa contra a Autoridade da Concorrência para que seja «condenada a cumprir os seus deveres» e, em linha com a pretensão dos deputados socialistas, investigue eventuais práticas anti-concorrenciais no mercado de combustíveis.

O ACP quer saber se os combustíveis low cost contêm, ou não, aditivos, qual o custo destes e correspondente impacto sobre o preço final do produto e qual é a estrutura de custos e rentabilidade de um posto low cost comparativamente a um posto regular.

... o preço do gasóleo vai voltar a subir dois cêntimos já a partir de amanhã, dia 1 de Fevereiro, um aumento provocado pela nova forma de cálculo dos biocombustíveis.

... Segundo os dados da Direcção-Geral de Energia e Geologia, em Janeiro a média dos preços do gasóleo foi de 1,30 euros/litro e de gasolina fixou-se nos 1,493 euros/litro.

Sobre a procura pelo «ouro negro», os últimos dados disponíveis (de Outubro) dão conta de uma diminuição de 2,8% no primeiro caso e de 5,8% no segundo, quando comparado com o mesmo mês de 2009.

http://diario.iol.pt/geral/combustiveis-petroleo-autoridade-da-concorrencia-gasoleo-gasolina-agencia-financeira/1229688-5238.html

 

«Sou completamente a favor dos combustíveis caros»

 

Ferreira do Amaral defende aposta em «alguns sectores» da actividade para sair da crise e afasta necessidade de intervenção do FMI

«No imediato é importante cumprirmos o Orçamento do Estado, investir nos bens transaccionáveis e tomar medidas concretas nalguns sectores para aliviar a dependência externa».

«Portugal 2011: vir o Fundo ou ir ao fundo?»

«Sou completamente a favor dos combustíveis serem caros. Mesmo assim não vejo ninguém a poupar.

Nem nas auto-estradas, ninguém cumpre os limites de velocidade o que, além de arriscar uma multa, gasta mais combustível.

Por isso, parece que os combustíveis estão ainda baratos». O professor do ISEG defendeu, ainda, a «reindustrialização do país» para enfrentar um ano que será de recessão, já que «não é sustentável uma perda dos sectores primário e secundário».

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/mercados/combustiveis-fmi-ferreira-do-amaral-crise-petroleo-divida/1229874-1727.html

 

Automóveis eléctricos. Já compensa ter um?

 

Fugir à subida dos preços dos combustíveis é uma das vantagens.

Preço e renda mensal são entraves.

 

Esta é uma boa altura para pensar na comprar de um carro eléctrico, nem que seja para aproveitar os benefícios fiscais disponibilizados pelo governo.

A opinião é do secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), Hélder Pedro.

"A questão da rentabilidade deve ser muito bem ponderada, mas ao valor final do veículo é preciso descontar os benefícios que podem ser atribuídos, o que torna o preço do carro mais atractivo"...

 

Estes benefícios fiscais, contudo, aplicam-se apenas a clientes particulares e prevêem a atribuição de cinco mil euros para os primeiros cinco mil carros vendidos.

Um valor que poderá, no entanto, chegar aos 6500 euros caso o consumidor possua um veículo para abate.

O governo decidiu manter estes apoios financeiros para os carros eléctricos, com vista a reduzir a importação de combustíveis fósseis.

 

Para a maioria dos consumidores o abastecimento destes veículos pode ser um dos entraves à decisão de compra.

A rede Mobi-E é uma das formas possíveis para abastecer os carros eléctricos.

Segundo a empresa, já estão definidos os locais para os 1300 postos de abastecimento até ao final deste ano para que seja possível responder à meta estabelecida pelo governo: 10% da frota automóvel em 2020 deverá ser eléctrica.

 

A Mitsubishi foi a primeira a lançar um veículo eléctrico no mercado português com vendas abertas a particulares

O seu modelo i-MiEV é irmão gémeo do Citroën C0 e do Peugeot iON, porque é a fábrica japonesa que o faz.

O preço sem incentivos ronda os 35 mil euros.

São carros citadinos compactos (segmento A).

A Nissan optou também por lançar um carro desenhado de raiz, o Leaf, maior e que se assume como segmento C, pequeno familiar.

A autonomia ronda os 150 km e custa 36 mil euros.

Já está a ser vendido para empresas, mas ainda não está disponível para particulares o que deverá acontecer em breve.

A Renault adaptou dois modelos já existentes o Fluence e o Kangoo (apenas na versão comercial) à electricidade e desenhou dois novos modelos,

o Zoe (segmento B), que só deverá chegar em 2012, e o Twizi, um divertido citadino de dois lugares em tandem (os ocupantes viajam um atrás do outro), mais parecido, até em potência e prestação com uma scooter do que com um carro. Chegará no final deste ano e terá um preço inferior aos 10 mil euros.

Refira-se que, ao contrário das outras marcas, a Renault não vende as baterias, pagando o comprador uma renda mensal.

Assim, o preço do Fluense é de 21 600 euros, mais 79 euros de aluguer da bateria, o Kangoo fica-se pelos 20 mil euros (mais 72 euros mensais).

O Zoe ainda não tem preço. A Smart também tem um modelo adaptado a electricidade mas, por enquanto, só está disponível para frotas.

O rent-a-car já se rendeu à nova tecnologia

(que por acaso não é tão nova como isso, visto que os primeiros automóveis de tracção eléctrica surgiram há mais de 100 anos)

estando disponível na Sixt o Mitsubishi iMiEV, a um pouco menos de 60 euros por dia.

 

Se é verdade que um automóvel eléctrico custa em termos operacionais entre dez a sete vezes menos que um carro convencional, é preciso considerar a sua menor autonomia, os tempos de carregamento e os locais para o fazer. Mas tudo aponta para que dentro de poucos anos as baterias tenham muito mais autonomia e o custo inicial do carro seja cerca de metade.

http://www.ionline.pt/conteudo/101600-automoveis-electricos-ja-compensa-ter-um

 

Condução eficiente permite poupar 20% em combustível

 

 

Portugal poderia reduzir até 20% o consumo de combustíveis se os automobilistas adoptassem práticas de condução mais eficientes e adequadas à tecnologia actual, defende a ACAP.

 

O estudo "Eco Condução Portugal" apresentado pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP) concluiu que esta redução implicaria uma poupança anual superior a 800 milhões de euros em combustível e mais de 1.700 toneladas de dióxido de carbono, que equivalem a mais 120 milhões de euros.

 

O secretário-geral da ACAP sintetizou ainda o que é a eco-condução, dizendo que "é a ideia de, no nosso dia-a-dia, ter a noção de seguir orientações como sejam evitar travagens e arranques bruscos", ou seja, certas regras de condução que permitem estes ganhos no consumo de combustível. http://economico.sapo.pt/noticias/conducao-eficiente-permite-poupar-20-em-combustivel_90447.html

 

No MaisGasolina é possível ver informação detalhada.

 

- Os preços estão constantemente a mudar e variam de posto de abastecimento.

- O carro deve ser abastecido de preferência ao início do dia ou á noite, quando o tempo está mais fresco e o combustível está muito mais “denso”.

- Conduzir a velocidade moderada, além de poupar combustível, ainda evita ter algum acidente.

- O estado do carro deve ser visto regularmente, tal como: a pressão dos pneus e o seu estado, os filtros, o óleo, o alinhamento da direcção, etc. http://www.maisgasolina.com/

 

Estocolmo eleita a primeira "Capital Verde Europeia"

 

O projecto "Capital Verde Europeia" foi lançado pela Comissão Europeia com o objectivo de distinguir anualmente uma cidade europeia pelo seu desempenho ambiental.

 

Estocolmo será a primeira "Capital Verde Europeia" em 2010, seguida de Hamburgo, em 2011.

Em entrevista exclusiva, dois eurodeputados suecos falaram-nos da importância do prémio e do seu significado para a capital da Suécia.

Qual o objectivo da "Capital Verde Europeia"?

"É um prémio importante pois permite distinguir iniciativas amigas do ambiente e sensibilizar todos os países europeus para as iniciativas tomadas por outras cidades", Inger Segelström, eurodeputada sueca (Grupo Socialista).

"Mais de metade da população mundial vive em cidades, pelo que é muito importante conhecer exemplos de boa compatibilização entre urbanismo e desenvolvimento sustentável.

Nesse sentido, além de premiar uma cidade, o projecto deverá igualmente inspirar outras cidades", Christofer Fjellner, eurodeputado sueco (Grupo do Partido Popular Europeu e dos Democratas Europeus)

Por que é que a cidade seleccionada foi Estocolmo?

"A limpeza da água na cidade de Estocolmo e a imposição de portagens aos veículos para evitar os congestionamentos na cidade foram medidas muito bem sucedidas", Inger Segelström.

"É importante reconhecer que as nossas cidades não são apenas compostas pelos edifícios, infra-estruturas e pessoas que nelas habitam, mas também pelo ambiente envolvente.

Estocolmo conseguiu fazê-lo integrando os aspectos ambientais em todas as medidas tomadas pela administração", Christofer Fjellner.

O que irá mudar em Estocolmo com este prémio?

"Continuaremos a tomar novas iniciativas amigas do ambiente e a trabalhar no sentido de proporcionar uma cidade mais verde à próxima geração", Inger Segelström.

"Espero sinceramente que a verdadeira preocupação dos habitantes de Estocolmo seja o ambiente e não tanto o prémio, apesar da sua importância. Quando atingimos o topo queremos permanecer no topo e, para que isso seja possível, não podemos diminuir o nível de exigência", Christofer Fjellner. http://www.europarl.europa.eu/news/public/story_page/064-50583-061-03-10-911-20090302STO50551-2009-02-03-2009/default_pt.htm

 

"Conduza na defensiva. Tenha um comportamento atendível." F. Brás

 

 

 

 

 

publicado por Oficial de mecânica às 00:38 | link do post | comentar