Primeiro a prevenção de acidentes…

Primeiro a Segurança

 

Uns senhores muito simpáticos ensinaram-nos o que é a BRISA e como funcionam as auto-estradas.

Aprendemos que a Brisa tem um trabalho muito importante na prevenção de acidentes, informando os condutores sobre as condições de circulação.

Também presta auxílio em situações de avaria.

 

http://eb1cabacos.blogspot.com/

 

O Programa Educativo “Primeiro a Segurança”

 

- completa o leque de acções desenvolvidas pela Brisa, em prol da segurança rodoviária, assumidas como compromissos específicos no âmbito da Carta Europeia para a Segurança Rodoviária, assinada em Abril de 2004, da Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável e do Plano Nacional de Prevenção Rodoviária.

 

No domínio da acção cívica da Brisa, o programa “Primeiro a Segurança” pretende contribuir para a criação de uma cultura de segurança rodoviária em Portugal e servir as comunidades locais com as quais a Brisa se relaciona.

 

http://www.brisa.pt/PresentationLayer/conteudo.aspx?menuid=8

 

I&D

 

O núcleo da actividade empresarial da Brisa é constituído pelo projecto, construção, conservação e exploração de auto-estradas com portagem, em regime de concessão, e ainda outras actividades complementares, como a assistência rodoviária, atendimento a clientes, monitorização e controlo do trânsito, projecto e manutenção de equipamentos, entre outros.

 

Grande parte dos equipamentos e sistemas utilizadas na operação e gestão da rede de auto-estradas da Brisa são desenvolvidos com recurso a meios de Investigação e Desenvolvimento (I&D) internos e/ou em colaboração com uma rede alargada de parceiros externos, possibilitando desta forma, um maior controlo e adequação aos requisitos da empresa.

 

O investimento realizado pela Brisa na área I&D atingiu, no final de 2007, o montante total de 2 milhões de euros, correspondendo a 0,9% do seu VAB.

 

A evolução tem sido crescente e nos rácios de investimento em I&D distingue-se claramente da média das empresas nacionais, sendo classificada em termos europeus como uma empresa de Média Intensidade Tecnológica, apesar do sector de actividade em que se insere não possuir habitualmente essa classificação.

De facto, se a Brisa tem optado pelo desenvolvimento próprio (individualmente ou em rede) dos seus equipamentos e sistemas, a maioria das empresas suas concorrentes, nacionais e europeias, opta pela sua aquisição a empresas externas, prescindindo assim de qualquer propriedade e muitas vezes o controlo, sobre os desenvolvimentos tecnológicos em causa.

Esta independência de fornecedores críticos e o conhecimento profundo da tecnologia utilizada tem possibilitado à Brisa uma acrescentada vantagem competitiva no acesso aos mercados internacionais, actuando como factor distintivo da concessionária em relação às suas concorrentes.

 

Um dos sinais da aposta da Brisa na inovação foi a reorganização do seu grupo de trabalho responsável pela I&D, com a criação e formalização em 2002 de uma Direcção de Inovação e Tecnologia (DIT) com uma intervenção transversal a todo o grupo BRISA.

A capacidade da Brisa para criar valor através inovação tem sido clara, apontando uma estimativa conservadora para uma criação líquida de valor de 80 milhões de euros, a partir de 11,2 milhões de investimento.

 

O investimento em inovação é efectuado numa perspectiva de redução de custos e/ou aproveitamento positivo das oportunidades, procurando uma diferenciação positiva em relação à concorrência e seguindo o enquadramento estratégico da empresa, com o intuito de obtenção de resultados positivos, nomeadamente na procura da excelência do serviço prestado ao cliente.

A rede de inovação, que inclui entidades do ensino superior, centros tecnológicos, fornecedores/parceiros, startups com origem em projectos Brisa, business angels, empresas concorrentes e entidades estatais, entre outras, tem permitido ganhos claros para todas as partes envolvidas.

 

http://www.presidencia.pt/?idc=85&idi=16195&idt=29

 

 

"Novas e Velhas Causas"

 

Encontro Anual da Direcção de Exploração da Brisa 12 e 13 de Março de 1993 (TRÓIA)

 

 

Introdução: Súmula dos assuntos e conclusões dos grupos de trabalho, relativos á assistência a utentes.

 

Participaram os encarregados de assistência a utentes, os operadores de comunicações, os oficiais de mecânica, e o responsável Eng. (...), e Eng.ª. (...); ficando como orador deste grupo de trabalhos, o Sr. (...). 

 

Chegou-se á conclusão que entre as várias necessidades e problemas do sector, as mais prementes são:

 

- Um prémio de risco, eventualmente incorporado nos seguros da Brisa, em virtude dos oficiais de mecânica estarem em permanente risco, com a intervenção nos acidentes, ou no serviço nocturno, uma vez que andam sós.

 

- Relativamente ao equipamento de segurança, foi realçada a necessidade do uso de luvas adequadas e outros equipamentos, devido a novos perigos de doenças contagiosas, e também, o fácil acesso a análises médicas devido a esses mesmos casos.

 

- No que diz respeito á sinalização das viaturas, foi bastante discutido, o problema, com os painéis, quanto á sua melhor funcionalidade, como exemplo:

o painel ser accionado no interior da viatura e não na sua retaguarda como presentemente. Também se discutiu, quais as melhores mensagens a transmitir ao utente, através do mesmo.

 

- Foi sugerido, também, material reflectante na traseira da viatura, assim como, rotativas mais modernas já existentes no mercado, com menor consumo de energia e um maior flash.

 

- Outros dos problemas com alguma complexidade, têm a ver com os procedimentos com animais (cães) vivos e também com a remoção de objectos na faixa de rodagem, principalmente nas 3ªs vias, com separador em betão.

 

- Também parece haver bastante interesse que venha a existir uma formação muito específica, para a desempanagem e para a sinalização.

 

- Entrando pelo tema da formação, foi esta considerada bastante útil e só pecando pelo pouco número de horas; realçou-se a necessidade de acompanhamento da mesma por parte dos encarregados de assistência a clientes para que depois no terreno não existissem muitas duvidas quando aos procedimentos a tomar.

 

E foram estes, os principais temas abordados em relação aos oficiais de mecânica.

 

Passando para a central de comunicações:

 

- Foi levantado o problema da sobrecarga dos telefones entre as 9 e as 18 horas, o que põem em causa muitas vezes a operacionalidade da mesma, isto porque, tem a seu cargo, os SOS, as comunicações rádio e a responsabilidade dos vários registos e mapas diários.

 

- Quanto ao relacionamento da CC e entidades exteriores, parece que em alguns CAM'S, a chamada da BT e o pedido das ambulâncias não tem a necessária prontidão.

 

- Também existem alguns problemas na chamada dos rebocadores, mas principalmente, na sua capacidade executiva em acidentes mais graves.

Existe portanto, a necessidade de ter algum rebocador, com outro tipo de compromisso com a Brisa.

 

- Quanto á formação para a central de comunicações, uma vez que existirá vontade de informatizar a mesma, será necessária formação nessa área específica.

 

E foram estes, os principais temas abordados em relação à central de comunicações.

 

Espero com esta descrição (uma vez que participei neste encontro com o encarregado Sr. (...), transmitir aos restantes colegas, aquilo que foi discutido e que a todos diz respeito.

 

Adenda: As carrinhas eram de seis ou nove lugares e transportavam os colegas para as portagens, fazendo simultaneamente a intervenção mecânica e sinalização de acidentes (espantoso!).

 

"Para ensinar há uma formalidade a cumprir - SABER" Eça de Queirós

 

 

Maio de 1992

publicado por Oficial de mecânica às 18:26 | link do post | comentar