Mortes na estrada em 2010...

Mortes na estrada voltam a subir em 2010

 

As estradas de Portugal continuam a matar. No ano passado, morreram 747 pessoas, mais 10 do que em 2009 (nºs provisórios).

...mesmo assim, melhor do que em 2001 (em 2001, foram 1466 as pessoas que morreram em acidentes rodoviários). http://www.publico.pt/Sociedade/mortes-na-estrada-voltam-a-subir-em-2010_1474613

 

Em cada dia de 2010 duas pessoas morreram, em média, nas estradas portuguesas.

 

Os números da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) revelam 747 vítimas mortais, mais dez do que em 2009... 44 810 pessoas ficaram feridas.

"OS NÚMEROS ESTÃO A SER MANIPULADOS" O número, no entanto, vai aumentar: é que nos dados não estão incluídas as pessoas que morrem nos 30 dias a seguir ao acidente.

"A fiscalização não está a funcionar", critica Manuel João Ramos, presidente da Associação dos Cidadãos Auto-mobilizados (ACA-M).

Excesso de velocidade, álcool e o uso de telemóvel durante a condução são as causas mais apontadas para o aumento das vítimas mortais em acidentes.

 

"As patrulhas nas estradas simplesmente deixaram de existir.

Além disso, aumentam cada vez mais os comportamentos de risco e a actuação das autoridades está cada vez mais direccionada para as multas e não para as campanhas de prevenção", salienta Manuel João Ramos.

 

De referir ainda que o número de mortes pode chegar perto do milhar, quando forem contabilizadas as vítimas que morrem nos hospitais, cujas estatísticas apontam para um crescimento na ordem dos 30%.

"Com este número espero que o Governo perceba o grande erro que foi a extinção da Brigada de Trânsito (BT), uma unidade organizada e com experiência na fiscalização", finalizou José Alho, presidente da Associação Sócio Profissional Independente da Guarda (ASPIG).

 

Neste momento, a única preocupação das autoridades é mesmo ganhar dinheiro com as infracções. 

Com aumentos de 25 000% nas participações de acidentes, receitas serão de quase três milhões de euros por ano. http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1751684

 

"Manuel João Ramos garante ainda que o número de acidentes registados oficialmente não corresponde ao real.

"Agora todos os sinistros sem vítimas não são contabilizados como acidentes, mas como ocorrências"... 

Desde o início deste ano já morreram 15 pessoas e 33 ficaram gravemente feridas.

 

DISCURSO DIRECTO - "ACIDENTES NAS CIDADES AUMENTAM": Paulo Marques, Presidente da ANSR

Correio da Manhã

– O que falhou para haver um aumento no número de mortes em acidentes de viação?

– Dois mortos por dia é um número preocupante?

Paulo Marques

– Temos os dados e agora é preciso analisá-los, vendo o que falhou e o que é necessário fazer.

Este ano, temos indícios de que os acidentes nas cidades aumentaram e cabe-nos a avaliação da Estratégia de Segurança Rodoviária.

– É muito preocupante, porque trata-se de vidas humanas.

Há várias entidades juntas para lutar contra este flagelo.

Tudo vai ser analisado, desde a melhoria da rede rodoviária, do parque automóvel e ainda a fiscalização.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/dois-morrem-por-dia

 

Sinistralidade nas estradas subiu pela primeira vez desde 2007

 

A última vez em que houve uma subida no número de mortos nas estradas foi em 2007.

Refira-se que, em 2000, o número de mortes nas estradas foi de 1.629, que comparam com os 747 de 2010.
http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=136802

 

Acidentes: 15 mortos na última semana

Sábado foi o dia que registou o maior número de mortos (cinco), num total de 256 acidentes rodoviários. http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/acidentes-15-mortos-na-ultima-semana

 

Bons ventos de Espanha que não chegam às estradas portuguesas.

Não consta que o governo espanhol queira extinguir a Agrupación de Tráfico da Guardia Civil. (ACA-M)

Nuevo descenso de muertes en la carretera durante la Navidad

http://www.elpais.com/articulo/espana/Nuevo/descenso/muertes/carretera/durante/Navidad/elpepiesp/20110110elpepinac_13/Tes

 

A ACA-M respondeu hoje ao pedido da Organização Mundial de Saúde, de apresentação de planos e ideias para a Década de Acção sobre Segurança Rodoviária 2011-2020, apresentando o nosso compromisso para Portugal, até 2020.

http://www.aca-m.org/w/index.php5?title=D%C3%A9cada_Global_de_Ac%C3%A7%C3%A3o_sobre_Seguran%C3%A7a_Rodovi%C3%A1ria

 

Cerca de 1,3 milhões de pessoas morrem cada ano nas estradas do mundo, e entre 20 e 50 milhões sofrem lesões não fatais.

http://www.who.int/violence_injury_prevention/road_safety_status/2009/en/index.html

 

Nenhum condutor que se queixou de obras nas auto-estradas foi reembolsado

Desde que entrou em vigor a legislação - pela Lei 24/2007, de 18 de Julho, regulamentada, quase um ano depois, pelo Decreto Regulamentar 12/2008, de 9 de Junho - o InIR recebeu apenas 41 pedidos de reembolso.

 

As reclamações recebidas pelo instituto regulador diziam respeito a obras no lanço entre Condeixa e Coimbra, na A1; no lanço entre Coina e Palmela da A2 e, na A8, entre Lisboa e Malveira.

 

Já os pedidos de reembolso efectuados junto das concessionárias foram muitos mais.

Só no caso da A8 (entre Lisboa e Leiria, concessionada à Auto-estradas do Atlântico) foram 290 os pedidos de devolução de taxas noticiados.

Ou seja, não é o facto de estar em obras - e de o trânsito não poder circular de uma forma rápida e fluida - que dá direito aos automobilistas a receber as portagens que pagaram. Desde que tenham sido previamente informados da existência de obras e dos constrangimentos (em órgãos de comunicação de audiência local e nacional), que permitam aos automobilistas procurarem alternativas, se as houver, e sempre que haja uma sinalização adequada e que sejam respeitadas as normas de segurança, as taxas de portagem continuam a ser devidas.

http://economia.publico.pt/Noticia/autoestradas-em-obras-ainda-nao-dao-direito-a-reembolsos_1472715

 

Utentes fizeram mais de cinco mil reclamações num ano

O InIR divulga também um ranking que coloca a Brisa no topo das concessionárias que mais reclamações recebem - ao que não é despiciendo o facto de ser ela, também, a que tem uma maior rede concessionada.

Mas se o ranking das queixas priorizar o número de quilómetros concessionados, surge no topo a Lusoponte, com 15,6 reclamações por quilómetro (a média nacional está em 1,77 reclamações por quilómetro).

A grande maioria dos eventos reclamados estão relacionados com a existência de obstáculos na via, designadamente animais e objectos, com cerca de 19 por cento das incidências detectadas pelo InIR em 2009.

Logo de seguida surgem as reclamações relativas às taxas de portagem, e à cobrança dos valores máximos por falta de apresentação de título válido na barreira de portagem.

http://economia.publico.pt/Noticia/utentes-fizeram-mais-de-cinco-mil-reclamacoes-num-ano_1472716

 

Ajuste da altura máxima dos veículos

… à semelhança do que já acontece noutros Estados membros da União Europeia, de modo a melhorar as condições de transporte dos passageiros e permitir o aumento de capacidade em percursos com mais procura. Estes veículos conseguem percorrer vias rodoviárias urbanas de características sinuosas que os veículos articulados em circulação, dadas as suas características, não conseguem percorrer com a necessária rapidez e eficiência, oferecendo, assim, melhores condições e incentivando o transporte colectivo de passageiros, efectuado por empresas públicas ou privadas em detrimento do transporte individual

http://www.legislacao.org/primeira-serie/decreto-lei-n-o-133-2010-veiculos-peso-bruto-veiculo-187090

 

Pedido de acesso aos dados passou pelo tribunal

O PÚBLICO apresentou uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), contra a Câmara de Lisboa, por violação do dever de informar e por ter fornecido à agência Lusa informação solicitada pelo jornal… o juiz entendeu que a competência para responder é da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, enquanto esta, após dezenas de emails e telefonemas, respondeu por escrito que não tinha parte dos dados e que os outros eram da responsabilidade da câmara.

http://jornal.publico.pt/noticia/10-01-2011/pedido-de-acesso-aos-dados-passou-pelo-tribunal-20984904.htm

 

Quando conseguirmos colocar a nossa mente colectiva a trabalhar para um objectivo, sim será possível!

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Oficial de mecânica às 15:52 | link do post | comentar