Operação Ano Novo - 2010...

Operação Ano Novo.

Mais de 200 acidentes nas primeiras horas

30 DEZ 10

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1745461

 

GNR contabiliza 331 acidentes no primeiro dia

31 DEZ 10

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1746241

 

Cinco mortes em quatro dias

... a GNR registou 916 acidentes, menos 187 do que no ano passado.

Destes sinistros, resultaram cinco mortos, menos dois do que em 2009.

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Cinco-mortes-em-quatro-dias-de-Operacao-Ano-Novo.rtp&article=403689&layout=10&visual=3&tm=8

 

Será que alguém poderá explicar, algum dia, a extinção da Brigada de Trânsito da GNR.

 

Depois da extinção da Brigada de Trânsito, as Operações pelo Ano Novo reduziram 2 dias.

 

Em 2008 a operação Ano Novo foi entre 30 de Dezembro a 4 de Janeiro - 6 dias.

Com a extinção em 2009 da BT, essa operação foi efectuada entre 30 de Dezembro e 3 de Janeiro - 5 dias.

A última Operação - Ano Novo, foi entre os dias 30 de Dezembro e 2 de Janeiro, 4 dias - menos 2.

Assim, noticiou-se provisoriamente que existiu uma redução do números de mortos, feridos ligeiros e graves; no entanto, também foram reduzidos os dias da operação.

O primeiro dia útil era sempre inserido nas operações da Extinta Brigada de Trânsito, hoje cessa no feriado ou domingo às 24h00.

 

Fica neste mundo de almas, a ruína visível, a desgraça patente, com as trevas a cobrir o seu “falso” caminho.

F. Brás

 

Ver video - Programa Companhia das Manhãs com Hernâni Carvalho

http://sic.sapo.pt/online/video/programas/companhia-das-manhas/2011/1/registo-criminal03-01-2011-135035.htm

 

Mil mortos nas estradas em 2010

 

«Provavelmente este ano vai encerrar com mil mortos».

A previsão é de José Trigoso, director-geral da Prevenção Rodoviária Portuguesa, referindo-se ao novo método de contagem da sinistralidade ( mortos a 30 dias ), que entrou em vigor este ano e vai permitir saber quantas vítimas perdem a vida já nos hospitais, após o acidente.

 

Só até 21 de Dezembro, note-se, já morreram 725 pessoas, mais cinco do que em igual período de 2009.

Defendendo que este padrão se aproxima mais da «realidade», Trigoso sublinha que é preciso redireccionar esforços para a segurança dos peões e dentro das localidades:

«Os dados (disponíveis apenas até Maio) mostram que existe um acréscimo geral de 35% de mortos.

Dentro das localidades, o aumento é de 48% e, na categoria dos peões, o agravamento é de 82%».

http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=8035

 

Manuel Malheiros, Governador Civil de Setúbal

Continuaremos a trabalhar no sentido de reforçar o sentimento de segurança

http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=30608

 

34 Mortos até Novembro em acidentes com tractores

 

“Portugal é o segundo país da União Europeia com mais mortos neste tipo de acidentes por milhão de habitantes, atrás da Grécia…”

Nos últimos dez anos, morreram em Portugal pelos menos 354 pessoas em acidentes envolvendo tractores, o que dá uma média de 35 mortos/ano.

Até Novembro, foram contabilizados 33 mortos. Para 2011, estão prometidas várias acções de sensibilização. Em Dezembro, pelo mais um morto num acidente deste género foi confirmado.

Segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), até Novembro registaram-se 54 acidentes com máquinas agrícolas, de que resultaram 33 mortos e um total de 37 feridos, 21 deles em estado grave.

A principal causa das mortes foi o reviramento do tractor - o acidente mais comum -, seguido dos atropelamentos, quedas e esmagamento do condutor. Os dados, que resultam de uma recolha informal feita através de notícias de jornais, foram cedidos à CNA durante uma acção de formação da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural. Indiciam um aumento de mortes face ao ano passado.

 

Os números da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) - que apenas contabiliza os acidentes que na via pública, deixando de fora os muitos que ocorrem em terrenos agrícolas - indicam que, em 2009, morreram nas estradas portuguesas 28 pessoas em acidentes envolvendo tractores, na maior parte dos casos os condutores (24).

 

Portugal é o segundo país da União Europeia com mais mortos neste tipo de acidentes por milhão de habitantes, atrás da Grécia, segundo a ANSR.

Para João Filipe, técnico da CNA, o "envelhecimento" do parque de máquinas agrícolas português e a "negligência" dos agricultores são as principais causas deste elevado número de acidentes que, em seu entender, só será resolvido com um forte investimento em sensibilização e formação profissional dos agricultores.

De acordo com este responsável, ao problema de um parque de máquinas "obsoleto" e sem os mais modernos equipamentos de segurança, junta-se o facto de, muitas vezes, serem os próprios agricultores a retirarem estes equipamentos de protecção (como os arcos e os quadros que os protegem em caso de reviramento), por os considerarem "incómodos", designadamente nos terrenos com árvores.

Além disso, garante, "vêem-se frequentemente estruturas adaptadas pelos próprios agricultores, não testadas" e a utilização dos tractores para o transporte de pessoas, incluindo crianças, quando deviam ser apenas utilizados pelo condutor.

"Há muita negligência por parte dos utilizadores", reconhece, lamentando a falta de investimento do Governo em acções de formação e em apoios financeiros, para que os agricultores possam substituir as suas máquinas. Parlamento recomenda ao Governo apoios para máquinas...

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1731290

 

Comandante de posto da GNR "chefia-se a ele próprio"

... o presidente da ASPIG diz que existem "pelo menos mais 150 postos" territoriais da GNR espalhados pelo país que "deveriam ser encerrados", uma vez que não dispõem dos efectivos necessários para garantir a segurança às populações... lamentando a "falta de coragem política" para reestruturar o dispositivo territorial da GNR.

 

"Pelas nossas contas, haverá 150 postos da GNR que nem sequer dispõem dos efectivos necessários para mandar uma patrulha para a estrada."

... o "desenho" do actual dispositivo da GNR "remonta a 1920, quando a distribuição populacional era muito diferente e os guardas trabalhavam 24 horas sobre 24 horas sem mudarem de roupa".

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1747937&seccao=Sul

 

 

 

publicado por Oficial de mecânica às 00:47 | link do post | comentar