Ambiente Rodoviário...

Família seguia numa carroça abalroada por um carro.

 

Feto não resiste a acidente que matou jovem grávida.

Adriana Torres, 23 anos e grávida de oito meses, foi a vítima mortal do acidente ocorrido na EN259.

Na carroça viajavam outros cinco familiares da jovem.

O condutor foi o único ferido grave.

Segundo a GNR, que identificou o condutor do ligeiro, a falta de iluminação na carroça e a reduzida visibilidade originaram o acidente. http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/feto-nao-resiste-a-acidente-que-matou-jovem-gravida

 

Atropelada na passadeira e arrastadas dez metros.

 

Estudante foi abalroada por um carro e colhida por outro.

Condutora não se apercebeu…

Catarina Filipe tinha saído da Escola Secundária Eça de Queirós, que frequenta, e ia para casa almoçar.

Entrou a correr na passadeira e não deu tempo a um carro que ia a passar.

O condutor ainda travou, mas acabou por dar uma pancada na jovem que caiu no asfalto.

Moradores denunciam que aquela avenida "é um perigo, por ser muito larga - com duas vias em cada sentido - e os carros passam em grande velocidade como se fossem numa auto-estrada".

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1727638&seccao=Sul

 

 

Ambiente Rodoviário

 

 

Não manter uma distância segura do carro da frente representa mais de 30% de todos os acidentes no espaço rodoviário.

As autoridades policiais nunca tiveram qualquer controlo sobre esta falta de cumprimento da maior parte dos condutores e especialmente, dos motoristas de veículos pesados.

A distância de segurança na maioria das situações não é fácil de determinar.

Devemos por em prática as distâncias de segurança laterais e anteriores que é um dos aspectos fundamentais para evitar acidentes.

A leitura do cenário rodoviário é das atitudes que mais deve ser privilegiada.

A falta de horas de descanso também aparece associada a muitos sinistros.

Estudos europeus indicam que o pico da sonolência surge entre as 4 e as 6 horas da madrugada e, apesar de ocorrer também á tarde entre as 14 e as 16 horas (associado à digestão) é durante a madrugada que o ritmo biológico induz ao sono.

Neste período, ao micro-sono (fracção de 3-14 segundos) surge como o fenómeno de adormecimento ao volante e factor potenciador de sinistros rodoviários em pelo menos 10% na condução de veículo ligeiros e 20% na condução de pesados.

Estima-se que após 2h de condução continuada, o tempo de reacção do condutor duplique e consequentemente, a distância de paragem do veículo tende a aumentar.

A privação de sono leva a sonolência, falta de concentração e a irritabilidade que afecta o estado comportamental do indivíduo e o leva por vezes à estimulação conflitual.

No caso de quem se encontra em condução de um veículo pode potenciar a ocorrência de um acidente.

O tempo de reacção e tomada de decisão por parte do condutor fica comprometido e muitos condutores desprezam este factor.

Quem utiliza um veículo no seu trabalho quer terminar o serviço e como tal, tenta levar essa tarefa até ao fim.

Ou porque quer ir para casa, ou porque implicitamente sente a pressão da sua entidade patronal para terminar o serviço.

Com a globalização surgem pressões económicas que muitas vezes obrigam ao aumento de horas de trabalho pela competitividade das empresas.

No entanto, existem outros factores como a toma de medicamentos, álcool ou substâncias psicotrópicas que no caso da condução, se, sob a junção explosiva de álcool e privação do sono, ou, outros factores muitas vezes menosprezados - relativos à infra-estrutura rodoviária: o estado do piso ou um ambiente rodoviário mal construído e mal sinalizado, pode explicar muita da sinistralidade, especialmente no período nocturno e particularmente com condutores jovens.

O mais aconselhável para uma condução segura será: dormir o suficiente, fazer exercício físico, comer refeições ligeiras, não ingerir bebidas alcoólicas, ter em atenção determinados medicamentos, manter o veículo arejado, sentar-se confortavelmente, parar de 10 a 15 minutos a cada 2 horas, sair do carro e distender os músculos, nunca resistir ao sono e nesse caso, parar para dormir 20 a 40 minutos ou passar o volante a outra pessoa.

F.Brás

 

 

Peões

 

O «curto» espaço dado aos passeios, em contraposição ao espaço disponibilizado às vias para automóveis, os «erros de ordenamento do território», que fazem com que grandes equipamentos não tenham soluções que possibilitem aos seus utentes abandonarem o transporte individual, e os «problemas de estacionamento que dificultam a vida do peão» são algumas das questões apresentadas no livro.

 

É necessário ensinar os jovens a passar nas passadeiras. O peão muitas vezes acha-se no direito de se atirar para as passadeiras, mas o peão tem tanta responsabilidade na travessia como o automobilista tem no seu dever o de “respeitar” a passadeira.

A ausência de medidas que levem a uma redução efectiva da velocidade dos veículos, antes de se aproximarem de uma passadeira, com ou sem semáforos, também tem contribuído para o numero elevado de atropelamentos.

 

Sinais luminosos intermitentes, pavimento anti-derrapante ou com textura diferente, zonas com velocidade máxima de 30 km/ hora, ecrãs com indicação da velocidade do veículo, lombas redutoras de velocidade e faixas sonoras são algumas soluções eficazes.

Tem havido poucas campanhas de prevenção rodoviária que concentrem a atenção no peão.

 

Entre os mortos em acidentes rodoviários, 18% são peões.

Desses peões, a maioria morre nas cidades; 40% a atravessar passadeiras, sendo metade dessas vítimas, pessoas com mais de 65 anos de idade pela dificuldade que têm em atravessar por causa dos temporizadores.

 

Segundo dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, cerca de 6000 peões foram vítimas de atropelamento em Portugal, só em 2009. Destes, 126 morreram e 487 ficaram feridos com gravidade.

Os dados revelam ainda que a maioria dos atropelamentos ocorreu dentro de localidades, em estradas nacionais e em arruamentos.

 

 

Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M):

Lançou um livro que caracteriza os problemas e as dificuldades dos peões nas cidades.

«The Walker and The City», no original («O Peão e a Cidade»).

http://projectos.ordemdosarquitectos.pt/cidadecidadao/files/forum/org/4_ACAM.pdf

 

 

Insegurança e redução de multas aconselha recuperação da BT

Mas mais grave que a diminuição de multas, é a insegurança que sentimos nas estradas portuguesas (…)

com números de mortos perfeitamente anormais e de crimes muito violentos"…

No âmbito da regulamentação da Lei Orgânica da GNR, a 01 de Janeiro de 2009 entrou em funcionamento a Unidade Nacional de Trânsito e a Brigada de Trânsito (BT) foi extinta.

http://www.pq-jornal.com/index.php?option=com_content&view=article&id=282:inseguranca-e-reducao-de-multas-aconselha-recuperacao-da-bt-fernando-negrao-&catid=8:nacional&Itemid=9

 

Campanhas de segurança rodoviária

http://www.youtube.com/watch?v=_HcnM2HUI84&feature=related

 

 

"A fatalidade é aquilo que queremos". Romain Rolland

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Oficial de mecânica às 23:26 | link do post | comentar