Quinta-feira, 03.11.16

veículo de assistência sem condutor

Projeto veículo de assistência sem condutor

Ministério Federal Alemão de Assuntos Económicos e Energia (BMWi) lançou o projeto e a a ‘aFAS’ e o Instituto Federal de Investigação de Autoestradas (BASt) apresentou no dia 28 de outubro de 2016 a utilização de veículos automatizados sem condutor em áreas de tráfego público.

O projecto pretende criar um camião automatizado com sinais de aviso apropriados que possam ser ativados sem motorista. O protótipo será testado em Hessen, nas bermas da autoestrada. A questão da operação sem condutor apresenta um desafio significativo especialmente devido às exigências no que diz respeito à segurança funcional.


Os sistemas de direção e travagem, sensores, deteção de ambiente e componentes de controlo de software têm de cumprir critérios rigorosos referentes a sistemas de segurança em veículos motorizados. A avaliação do ambiente é efetuada através de sistemas de câmaras, incluindo aparelhos para deteção de objectos. Mais informações no site  www.aFAS-online.de/veroeffentlichungen.

 

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Quinta-feira, 07.01.16

Mega-Camiões ...

Mega-Camiões geram discórdia em Espanha

Existe um clima de discórdia quanto à permissão da circulação dos mega-camiões com 25,25 metros de cumprimento e 60 toneladas de peso bruto em território espanhol, tendo já sido publicado no Boletim Oficial do Estado (BOE) espanhol a Ordem que altera o anexo IX do Regulamento Geral de Veículos no sentido de permitir a circulação dos chamados mega-camiões. O governo espanhol justifica a medida dizendo que os avanços tecnológicos dos veículos e das estradas permitem a circulação de maiores dimensões e maior peso bruto, e acrescenta que os novos conjuntos aumentarão a eficiência e a competitividade do transporte rodoviário de mercadorias.

Todavia, os mega-camiões não poderão circular livremente pelas estradas espanholas. Será necessária autorização prévia, sujeita à definição do percurso, sendo que a viagem só poderá ser feita ponto a ponto, numa distância mínima de 150 quilómetros, percorrendo apenas 50 quilómetros em estradas convencionais. A Anfac, associação espanhola de construtores automóveis, estima-se que a introdução dos mega-camiões poderá gerar benefícios de 700 milhões de euros anuais para a sociedade. A associação calcula que o preço da tonelada-km transportada poderá baixar 22%, assim como serão reduzidas as emissões poluentes.

Transportadores temem excesso de oferta

A Fetransa, associação de transportadores autónomos, considera, ao invés, que a autorização da circulação dos conjuntos de 25,25 metros e 60 toneladas de peso bruto tenderá a aumentar os percursos em vazio e os veículos imobilizados por falta de trabalho. A Fetransa sustenta que existe já um excesso de oferta de capacidade de transporte no mercado, que tenderá a agravar-se com os novos veículos. Criticado é também o texto legal agora publicado, considerado vago no que toca às autorizações de transporte que terão de ser emitidas previamente, e também no que se refere às vias por onde os mega-camiões podem circular, limitando-se a impor a utilização das auto-estradas e vias rápidas “sempre que possível”. Criticado é ainda o facto de não serem exigidos requisitos específicos para os motoristas que conduzirão os mega-pesados.

Fonte : Transportes & Negócios

 

 

Eficiência no transporte rodoviário

 

Hannover (2008) realizou-se a 62ª edição do Salão de Veículos Comerciais, um simpósio subordinado ao tema a Eficiência no transporte rodoviário. Entre os temas “quentes” em debate, esteve o objetivo da política de transportes europeia.

A utilização dos mega camiões, aliada a estratégias logísticas inovadoras, constitui a melhor resposta possível da indústria de transportes rodoviários para absorver de forma eficaz o crescimento sustentado do transporte de mercadorias previsto na Europa e promover o princípio da comodidade, foi a principal conclusão do simpósio internacional promovido no decurso da 62º edição do Salão Internacional de Veículos Utilitários (IAA).

… «no decurso dos testes efetuados com ecocombis na Alemanha, ficou provado que o consumo combustível pode baixar entre 15 e 30% por tonelada transportada» … um estudo da Comissão Europeia, refere que estes conjuntos modulares permitem a redução de pelo menos 5 milhões de toneladas de dióxido de carbono na zona Euro.

O Grupo Luís Simões apresentou ao IMTT – Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres um projeto-piloto para a utilização de dois megacamiões (2007).

 

Um mega camião é um conjunto articulado rodoviário com um peso bruto até 60 toneladas e um comprimento máximo até 24 metros sendo apontado como um meio de transporte sustentável.

 

Uma vantagem apontada para esta solução é o facto de dois veículos conseguirem transportar o mesmo volume de carga do que três conjuntos articulados de 40 toneladas, contribuindo para uma redução do tráfego rodoviário e para uma diminuição no consumo de combustível até 30 por cento.

Nota: "está demonstrado que um camião destrói o pavimento duas mil vezes mais do que um automóvel ligeiro, mas não paga duas mil vezes mais portagem".

 

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Sexta-feira, 01.01.16

Assistência nas Autoestradas.

Oficiais de Mecânica.

O profissional que, na posse de bons conhecimentos de mecânica e eletricidade-auto, procede a patrulhamentos ao longo da autoestrada, assegurando a vigilância e a assistência aos utentes em situações de avaria e/ou sinistros. Pode realizar pequenas operações de montagem e reparação automóvel, utilizando equipamento adequado.

 

Falta desenvolver em Portugal uma consciência relativa a esta profissão e transformar o conhecimento desta em prol da segurança rodoviária. É o conhecimento que salva vidas neste terrível destino de tantos morrerem em acidentes de viação. Há que refletir sobre a diferença entre informação e conhecimento. Refletir na oportunidade de recolher informação sobre a prevenção, sobre a sinalização e sobre os perigos não espelhados da verdadeira realidade a que estes profissionais estão sujeitos.

 

Infraestrutura/ Tecnologia automóvel

O condutor é levado a confiar no sentimento de segurança transmitido pela tecnologia no automóvel. A boa insonorização, os mecanismos mecânicos e eletrónicos de estabilização nos automóveis da atualidade, fazem esquecer, quantas vezes que a lei da física se mantém, independentemente da tecnologia adotada.

A engenharia automóvel permite salvar muitas vidas quando ocorre um embate violento. A capacidade de amortecimento do impacto, conseguida nos recentes automóveis, tem, em situações de acidente, melhorado consideravelmente os danos que qualquer embate pode causar, tanto aos peões como ao próprio condutor. Contudo, as capacidades humanas, as suas falhas, a sua resistência, os seus limites nos tempos de reação, etc., são as que sempre foram e as estatísticas da sinistralidade, continuam a demonstrar essa realidade com a frieza dos números.

Na estatística dos números, cada número, conta a história de uma vida, daqueles que morrem, dos que ficam feridos, dos familiares e amigos. E os prejuízos multiplicam-se. Desde os humanos em vítimas mortais e feridos graves, aos custos na saúde, consequências emocionais, perdas de produtividade, etc.

Por incrível, em Portugal a taxa de motorização é superior aos países do Norte da Europa. Os fatores para essa realidade podem ir desde, os sociais, mau planeamento das cidades, entre outros, cujo crescimento foi feito à margem de qualquer prioridade da utilização do transporte público.

 

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Sábado, 26.09.15

O trabalho institucionaliza ...

Trabalho vs Segurança Rodoviária.

 

Mesmo que não se morra, ou fique inválido no trabalho, tenta-se com todas as forças trabalhar, voltar a trabalhar, procurar trabalho, ou até tentar esquecer o trabalho. Parte das pessoas que são vítimas de acidente automóvel faz disso uma atividade profissional.

Doenças como o cancro ou de coração são modernas “aflições”, muitas das vezes provocadas direta ou indiretamente pelo trabalho.

 

O trabalho institucionaliza a nossa maneira de viver.

 

O trabalho não é algo pelo qual valha a pena morrer. Atualmente, só alguns trabalhos servem para alguma coisa e, independentemente da defesa e reprodução do sistema de trabalho, só uma fração reduzida do trabalho realizado serve um propósito útil. Diretamente ou indiretamente, muitos trabalhos são apenas um desígnio improdutivo de comércio ou controlo social.

Há que promover o descanso como uma disciplina administrada, o descanso quer dizer não trabalhar por amor ao trabalho.

 

“A diferença entre o trabalho e o descanso reside no facto de no trabalho sermos, pelo menos, pagos pela nossa cedência e enfraquecimento." Bob Black - A abolição do trabalho.

 

"Uma situação particular de trabalho que me preocupa é aquilo que poderíamos definir como ‘trabalho escravo’, o trabalho que escraviza." Papa Francisco

 

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Sábado, 05.09.15

Acidentes +5% até Agosto ...

Aumentaram 9,2% as mortes nas estradas até Agosto.

Segundo a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR)… dados da PSP e da GNR: 320 pessoas morreram nas estradas até 31 de Agosto, mais 9,2% que o mesmo período do ano passado, que registou 293 vítimas mortais.

A ANSR adianta que o número de acidentes aumentou 5% este ano, tendo-se registado 79516 acidentes rodoviários até 31 de Agosto, mais 3927 do que em 2014. Os distritos com mais vítimas mortais foram Lisboa e Porto, onde morreram 34 pessoas em cada, seguido de Aveiro, que registou 33; Bragança 2 e Viana do Castelo 5 … que foram os distritos com menos mortos.

Os dados da ANSR mostram igualmente que, até Agosto, 1434 pessoas ficaram gravemente feridas, mais 36 do que em 2014, altura em que se registou 1398 ferimentos graves. O número de feridos ligeiros também aumentou, registando 23840 feridos ligeiros, enquanto no ano passado verificaram-se 23749.

Mais uma vez os dados da ANSR dizem respeito apenas às vítimas cujo óbito foi declarado no local do acidente ou a caminho do hospital… não contabilizando as mortes a 30 dias.

 

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Segunda-feira, 22.06.15

A2 quilómetros sem controlo ...

 

A sinistralidade rodoviária deve ser preocupação de todos.

O número de mortos e feridos nas estradas nacionais deveria tirar o sono aos responsáveis políticos pelo falhanço na prevenção rodoviária em Portugal. O número de condutores portugueses rondará os 4 milhões e meio.

As dificuldades para reduzir a sinistralidade rodoviária são muito "antigas".

Anos sessenta - Prevenção Rodoviária Portuguesa – PRP

1999 - Fundação para a Prevenção e Segurança

2001 - MAI anunciou o Plano Integrado de Segurança Rodoviária - PISER 2000

2003 - Durão Barroso anunciou ao país o seu Plano Nacional de Prevenção Rodoviária – PNPR… até: à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) herdeira da extinta Direcção-Geral de Viação;

Organismo do Ministério da Administração Interna (MAI). Uma autoridade com atribuições para combater a sinistralidade nas estradas não pode ficar ocupada com 6 milhões de multas de trânsito por ano para “despachar”. Temos de questionar que “árbitro” pode ser este organismo, se fizer tudo menos o que deveria com o fim para que foi criado.

 

Ex-motorista diz que horários de condutores de autocarros não são respeitados

José Silva trabalhou 25 anos ao volante de autocarros, alguns também do grupo Barraqueiro, que recentemente viu dois dos seus pesados envolvidos em acidentes.

Balanço: sete mortos e 47 feridos. Em relação ao último, dia 19, na A2, junto a Almodôvar, José Silva revela: "O motorista entrou às quatro horas da manhã", tendo o acidente ocorrido às 18h30. A empresa desmente.

29 de junho CM

 

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Sábado, 16.05.15

DesNacionalização das Portagens...

Estado de fora da batalha das portagens

 

Numa decisão inédita, o Fisco, através da representante da Fazenda Pública do Porto, considerou que o Estado português não tem competência para representar as concessionárias das autoestradas nos processos judiciais em que estas sejam credoras de portagens não pagas pelos condutores.

Cobrança da dívida das portagens só vai ter a mão do Estado numa fase inicial

Numa oposição a uma execução fiscal contestada por uma construtora de Braga, a representante da Fazenda Pública, Marta Adelaide Guimarães de Araújo, escreve:

"Inexiste qualquer disposição legal que determine que a representação dos credores em causa nos 91 PEF (processo de execução fiscal)

[Ascendi Norte Auto-estradas do Norte SA,

a Ascendi O&M SA, a BRISA - Concessão Rodoviária, S.A,

a Auto-estradas Atlântico Concessões Rodoviárias Portugal, SA,

a Brisal Auto-estradas do Litoral, SA,

a AEDL - UTC Estradas do Douro Litoral SA,

a VBT Vias do Baixo Tejo SA e

a Ascendi Pinhal Interior Estradas do Pinhal Interior SA] incumba ao representante da Fazenda Pública".

Noticia JN 16Maio2015

 

As leis em Portugal são como as plantas… onde há as que pegam e outras que não pegam.

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Sábado, 28.03.15

Electricista da Brisa atropelado na A28 ...

Trabalhador da Brisa fazia a manutenção de um pórtico quando foi atingido por um veículo pesado. 

O homem com 25 anos foi atropelado por um camião quando fazia a manutenção de um pórtico entre Lavra e Nindelo, na A28. O motorista do pesado disse não ter visto sinalização da via direita. A vítima foi transportada para o hospital.

Noticia CM 28 Março

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Domingo, 15.02.15

Expropriação em autoestradas ...

Inspetores da PJ efetuaram buscas domiciliárias a três suspeitos num processo em que se investigam indícios de corrupção e participação económica em negócio.

Um dos visados, engenheiro da Brisa, João Malheiro Reymão que representava a Autoestradas do Douro Litoral (AEDL) coordenador do Núcleo de Expropriações Norte da Brisa - Engenharia e Gestão S. A.

Um empresário de Gaia terá lucrado 13 milhões de euros com um esquema fraudulento que envolvia a compra de terrenos mais tarde expropriados para a construção de autoestradas. A PJ suspeita que Vítor Batista, ligado ao ramo da construção civil e contabilidade, tinha acesso a informação sobre o circuito das autoestradas e comprava antecipadamente os terrenos, para depois vender, obtendo lucro. Os suspeitos, em cujas casas foram feitas buscas, terão incluído nas expropriações áreas superiores à abrangida pela declaração de utilidade pública, classificado indevidamente parcelas de terreno como urbanizáveis e com capacidade construtiva, adquirido de forma injustificada áreas sobrantes e ainda pago avultados valores por benfeitorias nos terrenos que não estavam documentadas. Os indícios de corrupção e participação económica em negócio dizem respeito aos anos 2008 a 2012 e envolvem terrenos destinados à construção da A32, A41 e A43.

Noticia edição Jornal de Notícias, 15 Fev 2015

 

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Sexta-feira, 06.02.15

BRISA Pede a Bombeiros Para Não Congestionarem o Trânsito

É numa circular enviada aos corpos de Bombeiros que a Liga de Bombeiros Portugueses (LBP) dá conta de uma situação discutida na última reunião da Comissão de Acompanhamento de Cooperação LBP/Brisa O&M, SA na qual os representantes da BRISA informaram a LBP “que existem situações de estacionamento de viaturas dos CB nos locais dos acidentes, nomeadamente nas auto-estradas, que por vezes impedem o escoamento e fluidez do trânsito nas restantes vias, aparentemente sem justificação técnica para a prestação do socorro, e que deste modo provocam grandes congestionamentos do tráfego”.

A LBP, “partindo do pressuposto que esta chamada de atenção da BRISA” têm razões de existir pede aos corpos de Bombeiros e aos Comandantes das Operações de Socorro (COS) que nas situações de acidentes em auto estradas adoptem atitudes adequadas a cada situação, “colocando estrategicamente os meios auto, de forma a garantir a eficiência do socorro a prestar, sem descorar a segurança de pessoas e bens envolvidas na prestação do socorro e dentro do possível e quando possível permitirem o referido escoamento e fluidez do tráfego”.

É parte da formação inicial de bombeiro e até mesmo das especializações seguintes na área da formação de Técnicas de Salvamento e Desencarceramento que a segurança das equipas e das vítimas é algo que não se pode por em causa, mesmo contra os eventuais desejos de fluidez ou até mesmo dos prejuízos provocados pelos tempos de fecho de vias portajadas.

O estacionamento defensivo das viaturas antes e depois do acidente, deve ser feito de forma a garantir a segurança das operações e, sempre que o COS entender, o fecho de faixas de rodagem ou até mesmo do total da via deve ser pensado e executado sempre que se justificar em nome da segurança de todos.

Por vezes, a boa sinalização do local das operações, o bom reconhecimento e o trabalho em equipa, conjugado com o trabalho das autoridades e equipas técnicas das auto estradas pode garantir a normal fluidez das operações e assim como do tráfego, no entanto a última palavra caberá sempre ao COS assim como toda a responsabilidade no caso de algo correr mal por falta de atenção às condições de segurança.

Tal como é possível ler no Livro da Formação de Salvamento e Desencarceramento:

 

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 Imagem retirada do Livro: Salvamento e Desencarceramento | Autoria: Elísio Lázaro de Oliveira | Escola Nacional de Bombeiros

Texto: BombeirosParaSempre - Sexta-feira, Fevereiro 6, 2015

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